Páginas

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Príncipe.

Então era ele, de quem ela havia me falado. Legal! Depois de dias conversamos como se já nos conhecêssemos há tempos, quem me dera... Nos encontramos! A primeira reação foi um abraço apertado, e a segunda foi ficar sem graça pelo resto da noite, é, talvez se fosse mais fácil não teria toda a graça de um "flerte" , como a minha mãe diz, seria só mais um beijo, mais um cara, mais uma noite. Mesmo assim, fomos embora juntos, a vergonha ainda durava, e eu me encolhia naquele banco, como que tentando me esconder dele, não querendo que percebe-se que eu ainda estava ali, não sabia ao certo o que passava em sua cabeça, eu sentia minhas pernas tremendo,  não entendia quase nada do que ele falava, e tudo que eu começava a falar me deixava parecendo uma bobona, então não disse mais nada. 
Mas, ao chegar em casa, palavras saiam da minha boca sem que eu percebesse, na verdade eu queria dizer alguma coisa, mas nem me lembro o que eu disse, acho que era medo do silêncio, medo de ser mais uma, não fui. Nos despedimos, fui pra casa, a mensagem chegou, e foi a mais linda que eu poderia receber, respondi, e foi assim até quase amanhecer. Quem poderia imaginar que sentiríamos o que nem conseguimos explicar o que é?! Tudo estranho, mas, na mais perfeita ordem e sincronia, muitas frases até paralisarmos quando estávamos perto. 
Mas, tudo bem, fazia parte, fazia parte como o medo também faz parte, como a saudade faz, e como todos os sentimentos juntos dão uma sensação sem igual de felicidade. Faltava o que já não falta mais, o que surpreendeu, e o que completa nossa vontade de proximidade, de vontade, o que foi conquistado e esperado. 
Talvez quem leia esse texto ache que isso é a insanidade de uma pessoa apaixonada, mas, é a história ao pé da letra. 
Enfim, uma boa história, e uma história de mentira!


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Bem-vindo!
Obrigada por me passar o seu modo de pensar através desse comentário! :)