mas, estamos aqui novamente, voltando a pensar nesse diário, criando uma recordação que poderá ser lida por minha linda filha, Analú. Pode ser que ela descubra, ou que eu a dê de presente, as recordações do meu amor pelo papai dela, e dos doces pensamento que ela me trouxe.
Quando comecei a escrever eu pensava nele, apaixonada, amando, sonhando, criando expectativas, hoje penso na gente, nossa vida juntos, nossas dificuldades, nossa família e cada pedacinho de Analú que cresce cada vez mais rápido, quase que não consigo guardar o tempo, impedir que ele voa, que ela cresça, que eu perca quem na verdade eu nem possuo. "Criar para o mundo", é o que dizem, o difícil é explicar, fazer uma mãe entender isso, que os filhos se vão, que a menina que eu cuidei com tanto zêlo, partirá, como eu parti, deixando minha mãe com o coração na mão, e fui buscar meu sonho, um sonho que parecia impossível, e que se torna cada vez mais real, e apesar de difícil (a vida no Brasil não é fácil), estamos na LUTA, com amor...
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